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quarta-feira, 7 de março de 2012

É PRECISO REPENSAR A FERROVIÁRIA DE PINDA


É BÍBLICO O FATO DE MUITAS BOCAS vomitarem infâmias, perjúrios, contra pessoas com a delegação de poderes em administrar grupos de outras pessoas.

TANTO É VERDADE ISSO, confirmado pela citação de ser perigoso ao homem o que sai da boca do homem, que as bocas moles, falaciosas, injuriantes, malignas mesmo se consagraram pelas dobras de cada porção do tempo, trazendo o mal para até os nossos dias.

PRINCIPALMENTE AGORA, com o crescente número de usuários da moderna tecnologia da informação, a famosa TI, a fofoca desbragada, suja e desprezível permeia os ambientes de qualquer lugar.

PELO SEU PRÓPRIO CUNHO de maldade, com a estampa do selo da falta de respeito, aventureiros se escondem por debaixo dos panos do anonimato e semeiam as porcas notinhas que contam da possível vida sem eixo de outras pessoas.

FOI ASSIM QUE ACONTECEU lá pelos lados da A. A. Ferroviária, mesmo durante os bailes (bailes?) de Carnaval, quando brotou nas mãos de muita gente um lixo em forma de papel com palavras, supostamente revelando “segredos de alcova” de alguns dirigentes da entidade.

NÃO ESTOU AQUI COMO UM ADVOGADO das partes ofendidas. Mesmo porque não sei da vida particular de nenhum dos citados. Apenas tive a experiência de conviver profissionalmente, por alguns anos, ao lado de alguns dos citados, quando de minhas ações como assessor de imprensa do clube.

TOMEI CONHECIMENTO DOS FATOS, ou da perniciosa nota difamatória, por meio de um dos muitos conselheiros atuais da nossa querida Ferrô.

À PRIMEIRA VISTA, REALMENTE, PARECE uma denúncia e tanto! Cita nomes, apelidos e comportamentos.

ENTRETANTO, O (S) ARTICULADOR (ES) da coisa mal acabada, propositadamente, não assinou (assinaram) o folheto. Por isso, já por precedência, boato não documenta fato.

LAMENTÁVEL, POIS A FERROVIÁRIA já vem de um mau sucedido Carnaval o qual, sem nenhuma sombra de dúvida, gerou caixa vermelho após o frigir dos ovos.

MEU AMIGO ANDRÉ GUERRERO DE MELLO, o Tusão, deve estar esfregando a bola de cristal em busca de uma solução para honrar os compromissos gerados pela festa (?) de Carnaval do clube.

JÁ REFERI, EM OUTRA POSTAGEM, o talento para gerenciamento financeiro comprovado pelo Tusão. Mas, só isso não basta. É preciso mais, muito mais.

MAIS OUSADIA, MAIS VISÃO MODERNA DE BEM ADMINISTRAR uma associação recreativa e desportiva.

NÃO MAIS É POSSÍVEL focar as ações em pequenas possíveis fontes de bons resultados. Enquanto se faz uma noitada de sexta-feira para meia dúzia de gatos pingados, mesmo com música ao vivo, as casas noturnas e outros locais de diversão noturna, da região, se incham de frequentadores, muitos dos quais poderiam frequentar eventos no clube da cidade.

É PRECISO ACABAR COM O PATERNALISMO e exercer a visão gerencial moderna. Promover eventos para adultos, com ingresso somente para adultos. Sem essa coisa de “acompanhado pelos pais pode entrar”.

ATÉ PODE SER QUE o pai ou responsável aceite ir ao clube, acompanhando o filho menor de idade. Mas, e daí? Geralmente o pai ingressa com o filho, dá um “role” pelo clube e escorrega, discretamente, para a rampa do portão de saída, deixando o filho “à vontade”.

QUALQUER CASA NOTURNA, OU MESMO CLUBE, pratica a seleção de idades para os eventos realizados. Isso, sem nenhuma dúvida, promove a melhor motivação para adultos, jovens e crianças.

SERIA MAIS OU MENOS aquela coisa de “cada um no seu quadrado”. Evento adulto, com seus próprios regulamentos e eventos para jovens e crianças. Em separado.

UMA VEZ POR SEMANA, TODAS AS SEMANAS, FAZER acontecer uma “noite de boate” com acesso permitido para maiores de 18 anos, sem a permissão de uso de bonés ou camisetas sem mangas.

OUTRA COISA é a necessidade de se acabar com a distribuição gratuita de convites, para qualquer evento. Mesmo entre diretores e conselheiros. Já houve época em que cada conselheiro ou diretor já se postava à porta da sala da presidência para retirar “seus convites de conselheiro ou diretor".

A FERROVIÁRIA NÃO PODE ir para a UTI. É urgente que os dirigentes descubram a possibilidade de reposicionamento no mercado. Para isso, é preciso a contratação de uma consultoria externa, isenta dos vícios (ou calos) de quem por lá administra.

NÃO É JUSTO APENAS DIZEREM QUE “pió do que tá não fica”...

A COISA PODE PIORAR, e muito, se não forem repensados os focos, jogando-se fora as possíveis mazelas entre administrações atuais e passadas.

NEM SÓ DE ACADEMIA podem viver os associados ao clube. É possível muito mais, para a preservação desse patrimônio consolidado ao longo de 82 anos de lutas espetaculares, para resultados surpreendentes.

PARA FINALIZAR: muita gente reclamou da banda que tocou (?) no Carnaval. Parece que abriram a sala dos embalsamados e os puseram sobre o palco. É preciso contratar quem está no mercado e não mercadejando trabalho. Bandas com “DNA” comprovado e não “turminha de gente que fez sucesso, sem ensaio”.

HOUVE ATÉ QUEM desdobrou a esquina do “já era” e manifestou sua saudade à bastante musical Banda Latitude. De seu elenco saiu Tiago, que atualmente faz sucesso com o parceiro Hugo. Tiago participou de muitos carnavais na Ferroviária, com a Latitude.

QUEM SABE AGORA, ACABADO O CARNAVAL e com o Brasil pegando “no tranco”, os administradores do clube busquem, efetivamente, o ressignificado da palavra ASSOCIAÇÃO.

COM CERTEZA não é, e nunca será, "TOU FALANDO PRA FAZER ASSIM”... 

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