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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

FESTIVAL DE MARCHINHAS É O ABRE ALAS DO CARNAVAL EM PINDA


COMEÇA, HOJE, A FASE ELIMINATÓRIA do V Festival de Música Carnavalesca de Pindamonhangaba – Marchinhas. Ressuscitado no ano passado, com uma quarta edição, o evento de número cinco foi oficializado pela Prefeitura Municipal de Pindamonhangaba, por meio de projeto de Lei aprovado pela Câmara de Vereadores em sua última sessão ordinária de 2011.

O V FESTIVAL DE MARCHINHAS homenageia o saudoso artesão e carnavalesco Alarico Corrêa Leite, autor de magníficas esculturas em papel de sacos de cimento, cola de trigo e moldadas em barro de olaria. Depois, eram pintadas à mão. Foram as famosas cabeças de bonecões, representando personalidades da época, tais como João do Pulo, Christian Barnard, Ronnie Von, Emerson Fittipaldi e outros.

A FESTA MUSICAL CARNAVALESCA, este ano realizada pelo Departamento de Cultura, dirigido pela especialista em eventos culturais Nilza Mayer, acontece no Largo do Quartel, em palco ali instalado.

COMPROVANDO A IMPORTÂNCIA da integração de talentos e valores, toda a decoração do palco terá motivos florais, em tecido de chita, desenvolvida com a colaboração do pessoal da Arteduvale, organização recentemente contemplada com ajuda de custo pela municipalidade.

ARTDUVALE instalou no palco do evento dois enormes bonecões, os mesmos que abrilhantaram o Festival do ano passado. Um trabalho de seus artesões, o que serve para remeter, ainda mais, à lembrança dos trabalhos realizados pelo senhor Alarico, apesar de serem confeccionados sob técnica diferente, com estrutura de barras de ferro, papel de jornal e tecido, em vez de modelagem em barro.

SERÃO DUAS ELIMINATÓRIAS e um programa final, no domingo, dia 29, com a presença de uma banda de apoio para todos os concorrentes, o que deverá dar uniformidade e brilho às apresentações, independente do desempenho de cada intérprete.

O EMPRESÁRIO WALTER LEME, organizador do evento do ano passado, participa da comissão organizadora deste ano e prestará serviços de sonorização para o Festival., inclusive com a sua banda Wale Som, responsável por acompanhar todos os cantores participantes.

MODESTAMENTE, no ano passado, dei minha contribuição para a realização do evento. Esse ano resolvi ficar de fora, pelo tanto de trabalho que estou desenvolvendo em minha vida profissional. Afinal, o Departamento de Cultura é altamente capacitado para bem organizar eventos em sua praia.

O FESTIVAL É O PONTO DE PARTIDA, O “ESQUENTA” DO CARNAVAL 2012 em Pindamonhangaba. Outros eventos acontecem na já tradicional Avenida do Samba, com o desfile de blocos de camisetas, blocos de enredo e uma escola de samba.

APROVEITO, AQUI, PARA DESTACAR a necessidade de as verdadeiras agremiações carnavalescas da cidade se organizarem para a real fundação de uma Liga das Agremiações Carnavalescas de Pindamonhangaba. Não é mais possível acreditar que todas as agremiações se acomodem, à espera do patrocínio oficial da municipalidade.

O CARNAVAL DE RUA, EM OUTRAS CIDADES, só sobrevive pelo empenho de cada folião, de cada bloco ou escola. O dinheiro público seria, daí sim, um premio à organização, à fidelidade para com o evento e uma retribuição à participação da comunidade nessa maior festa popular brasileira.

ENQUANTO MUITOS FICAREM À ESPERA DE UMA CHUVA DE DINHEIRO, em sua horta particular, nosso Carnaval de Rua permanecerá numa pré UTI. O Poder Público não pode investir tudo, quando é possível muitos fazerem, bem e melhor, a sua parte em defesa das cores de sua agremiação.

LOGICAMENTE, esse empenho só acontecerá se forem, verdadeiramente, carnavalescos e não profissionais motivados apenas pela ajuda oficial. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

SÍNDROME DA FALSA GRÁVIDA, CHORANDO DE BARRIGA CHEIA

SÍNDROME DA FALSA GRÁVIDA é fenômeno já em evidencia, há muitos anos, no cenário político nacional. Muitos candidatos se engravidam de promessas, gritadas aos quatro cantos e, depois, simplesmente abortam da memória o “barrigão” de ofertas em benefício do povo.

HÁ OS QUE se embojam de verdadeiras aberrações, acenando para os eleitores como únicos e verdadeiros detentores do poder de salvar a pátria.

APÁTRIDAS, dissimulados em heróis libertários, engalfinham-se em campanhas políticas encharcadas de pessoalidade, promovendo a desestabilização, até, dos próprios partidos, os quais se racham e entornam o caldo, diminuindo o interesse pelo povo, mas mantendo desejo forte e irrestrito pelo voto do povo.

A FALSA GRÁVIDA DE TAUBATÉ, cidade em foco no cenário político, por conta de um punhado de escândalos administrativos, arrependeu-se, prometendo devolver os benefícios recebidos e acatando a indicação de tratamento psiquiátrico.

COISA DE LOUCO, pois o barrigão da moça parecia mais um bagageiro daqueles carros que circulam nos bairros, trocando bolas plásticas coloridas por tele senas velhas, baterias de carros, torneiras velhas etc. Ou seja, qualquer nota por uma bola plástica.

A BOLA DA BARRIGA FALSA poderia ser, sem muitos esforços, uma dessas bolas coloridas, em edição especial.

O DELEGADO QUE INSTAUROU O INQUÉRITO para apurar o caso da “Barriguda de Taubaté” disse não ser crime o ato de mentir. Deduzimos, então, que os políticos não são criminosos por vomitarem mentiras em suas falas de campanha.

POR OUTRO LADO, o marido de “Dona Redonda”,(perdoe-me a personagem de Wilza Carla em Saramandaia!), parecia feliz da vida em ser pai de quatro bolinhas plásticas. Falsa felicidade ou embarcou na mentira da pedagoga?

A FALSA GRÁVIDA, segundo consta, “grampeou” o ultrassom de outra pessoa, para tentar provar a gravidez siliconada.

POLITICAMENTE CORRETA a decisão de revelar a verdade, assumindo a autoria da mentira?

PELO MENOS a moça pede desculpas em público, enquanto muitos políticos apenas desconversam, fugindo de dar satisfações ao público e choram de barriga cheia.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

OKÊ, CABOCLO!


HOJE TEM FESTA NOS TERREIROS de Umbanda e Candomblé, para os tambores soarem em homenagem ao Senhor das Matas, Oxossi.

CONTA A LENDA QUE, num certo reino, o senhor do povo promoveu uma bela festa para celebrar a colheita de seu alimento mais abundante, que era o inhame. Era a Festa dos Inhames.

NINGUÉM PODERIA COMER DOS INHAMES COLHIDOS antes da realização da festa. O palácio ficou lotado de súditos, oficiais do rei, família real, escravos.

JÁ NAQUELES TEMPOS, o ciúme imperava nas mentes menos evoluídas ou maldosas. Por isso, feiticeiras não convidadas para a festa, mandaram um enorme pássaro encantado para atrapalhar as comemorações.

O REI, ENTÃO, CONVOCOU os guerreiros mais experimentados para tentar eliminar o pássaro, que – de tão enorme – ocupava com sua asa direita todo o lado esquerdo do palácio. Asa esquerda encobrindo o lado direito, cauda assoberbando-se quintal afora e a cabeça e pescoço dominando os portais do reino.

GUERREIRO DAS VINTE FLEXAS despejou todas elas, sem sucesso, contra o bicho. O mesmo acontece com os Guerreiros de quarenta e cinqüenta flechas. Os três foram presos.

CONSELHEIROS DO REI chamaram, então, o Guerreiro de uma só flecha. Este assumiu o compromisso de aniquilar o pássaro ou perder toda sua família. Sua mãe, desesperada, fez uma oferenda com o coração de outra ave. Isso distraiu o pássaro gigante e o flecheiro acertou o ponto frágil do mesmo, derrubando-o.

O REI MANDOU FAZER FESTA PARA O FLECHEIRO HERÓI, libertou os outros guerreiros, os quais ofereceram sacos de búzios, tantos quantos eram suas flechas, ao guerreiro de uma flecha só.

DESSA LENDA, ADAPTADA PARA A UMBANDA BRASILEIRA com a representação dos guerreiros índios, identifica-se Oxossi, também associado a Ossain, ministrador das ervas e plantas medicinais.

O SINCRETISMO RELIGIOSO adotou São Sebastião como figura de Oxossi, pela sua imagem seminua, amarrada a um tronco e crivado de flechas. São Sebastião é curador de doenças, assim como Oxossi, cuja flecha também busca alcançar o mais distante dos alvos, que é a esperança de cada fiel dessas manifestações religiosas.

TAMBORES E ATABAQUES soarão sob as mãos dos Ogans, em milhares de terreiros, pontuando os cantos dos filhos de fé, os quais, certamente, farão suas ofertas de frutas e orações ao Orixá Oxossi, cujas armas de aço (arco e flecha) mais o abano de folhas promoverão a fartura, o sucesso, o bom trabalho, o equilíbrio, todas as conquistas e solução de problemas para os fiéis, desde quando estes promovam seu merecimento.

OXOSSI, CABOCLO GUERREIRO, irmão mais novo de Ogum, proteja e abençoe a todos.

Okê, Caboclo!
(Ilustração: Kalt Blut, postada no site www.deviantart.com)

sábado, 14 de janeiro de 2012

FALANDO DA FERROVIÁRIA


OUVI, SEXTA-FEIRA (13/01/12), PELA MANHÃ, OS RADIALISTAS MARCELO SANTOS E EDUARDO COSTA, comentando, na Princesa FM, sobre os Carnavais do Passado, na Ferroviária, dos áureos tempos do prédio velho, onde hoje é uma loja de supermercado.

FALARAM, também, a respeito das “Brincadeiras Dançantes”, aos domingos.

PASSOU UM FILME NA MINHA MEMÓRIA. Carnaval com o salão lotado, bailes durante o ano também. Antes da festa de Momo, lá no "Excelsior", eu, Valno Coutinho, Renatinho Munhoz, "seu" Valadão, o Hailton (o patrimonio do clube), Zezé Salgado, Hélio Romero, Abelardo Ver Valen e um time de entusiastas passava noites pintando paredes, limpando o chão e contando piadas. Tudo para o Carnaval da Ferrô dar certo.

DEPOIS, NA SEDE PRÓPRIA, durante muito tempo o sucesso se repetiu. Nessa época de mudança, eu não estava em Pinda, mas curtia saber das notícias. 

SEM CONTARMOS OS SUCESSOS de público no Rancho do Bosque, sede provisória do clube, que também contou com o Recanto Verde. Tudo para não morrer a tradição das domingueiras e bailes.

TEM AINDA OS TEMPOS DA BANDA LATITUDE, na qual fizemos boas amizades. Bailes espetaculares, no Carnaval. Outras grandes atrações nos Bailes do Hawaii. Filas imensas, chegando a contornar o muro da Rua Álvaro Pinto Madureira.

Incríveis bailes de passagem de ano e domingueiras com dois ambientes: o ginásio para a moçada e o deck das piscinas para os pais ou pessoas de mais idade, que curtiam outro estilo musical.
  
QUEM NÃO TEM SAUDADE DAS excelentes bandas que já passaram pelo palco da “sede nova”, mesmo quando era somente no piso de baixo. (Bandas Makros, Cuban Boys, Santa Esmeralda, Liebstraum, e outras tantas do mesmo porte?

O GRITO DE SAUDADE das domingueiras ecoa no salão/ginásio vazio aos domingos, e o encontro semanal da Sexta Super, no “salão de baixo”, deu espaço para a Academia, praticamente o que faz o clube respirar hoje em dia...

ESTAMOS COM OS PÉS na sexta-feira de carnaval e pouco se fala das atrações contratadas. Será que as teremos anunciadas com grande festa e será que virão verdadeiras atrações?

A NOVA DIRETORIA, já com quase um ano de governo, parece ter perdido o foco das realizações prometidas, ou, então, a inadimplência aumentou assustadoramente.

O BAILE DE FINAL DE ANO, segundo alguns depoimentos, não foi “aquelas grandes coisas”. Pelas fotos no site do clube, muitos diretores e conselheiros. Faltou aquela tradicional foto panorâmica, que documentaria o público presente.

HÁ MUITOS ANOS produzimos,uma campanha de adimplencia e novos associados, pela Rede Difusora. Deu bastante certo. Talvez funcione novamente.

MUITOS ASSOCIADOS RECLAMAM pelo fim do benefício “sócio vitalício”. Algo que existia e que, também, contribuiu para a “morte” do Club Literário. Sou a favor do título somente se for concedido ao titular. Os dependentes precisam e devem continuar contribuindo com a taxa de manutenção. Afinal, foi o titular, pela sua fidelidade ao clube, que obteve o padrão exigido em Estatuto.

OS GRANDES CLUBES SOCIAIS contam, geralmente, com uma Comissão Social Feminina, formada pelas esposas dos diretores e conselheiros. Essas mulheres estariam envolvidas, diretamente, com os associados, ouvindo suas sugestões e críticas com mais sensibilidade e isentas de certos vícios administrativos manifestados, geralmente, por quem já tem “calo” como diretor/conselheiro.

DIVERSOS ESTILOS DE ADMINISTRAÇÃO já estiveram à frente da Diretoria da Ferroviária. Alguns grupos com maior e outros com menor sucesso. Certo é existir um encargo pesado, decorrente de compromissos junto ao INSS.

COM A QUEDA DA ARRECADAÇÃO, as finanças de qualquer instituição ficam cambaleantes. Como não se trata de organização com fins lucrativos, é preciso bem gerenciar os investimentos, o que acreditamos aconteça, visto existir, historicamente, pessoal especializado e, concomitantemente, um Conselho Fiscal atuante.

URGE, APOSTO NISSO, uma pesquisa de campo, por empresa especializada, buscando perceber as carências do público alvo e a contraposição do ora oferecido. A demanda cai quando a oferta não é agradável ou satisfatória. Principio básico dos estudos de mercado.

NÃO BASTA PROMOVER decoração de ambiente, com as “pracinhas estilizadas”, nos bailes. É preciso oferecer retorno efetivo ao investimento dos associados e dos freqüentadores pagantes na boca da bilheteria.

APERFEIÇOAR ATRAÇÕES E PROMOÇÕES, tornar preços mais convidativos e promover a triagem do público alvo, como: limite de idade por evento, proibição de bonés ou tênis em outros.

MUITOS ASSOCIADOS E SIMPATIZANTES reclamam da presença de “muitas crianças” em eventos noturnos. Ideal seria, pelo menos uma vez ao mês, um evento do tipo “danceteria” somente para adultos. O controle do uso do álcool seria muito mais fácil e, certamente, o mote agradaria aos interessados, hoje desprovidos de muitas atrações na cidade.

FINALIZANDO, a título de exemplo, o Clube Tiete, de São Paulo, fechou suas portas por conta de diversos problemas administrativos e, também, por não contemplar verba específica para publicidade de seus eventos e, ainda, por não saber prospectar atrações que atendessem à demanda. Os associados foram escorregando pelo ralo e foi o fim. Nossa Ferroviária não merece isso, depois de 82 anos de vida.

PARA LEMBRAR, um pouco da história do clube, num vídeo da Visual Produções, com texto de minha autoria.



terça-feira, 10 de janeiro de 2012

PC NO CONSERTO, DECIDI OUVIR MAIS RÁDIO

FIQUEI ALGUNS DIAS SEM O PC EM DIA, pois o mesmo contraiu um vírus. Parece até ser insignificante, mas preocupou-me saber que isso aconteceu ao tentar acessar o site da Tribuna do Norte (http://www.tribunadonorte.net/).

LIGUEI LÁ E FUI INFORMADO DE QUE o pessoal tem instalado em suas máquinas o AVG PRO, licenciado. Sei lá se o vírus veio de lá ou pegou carona numa das curvas da rede mundial de computadores.

ENQUANTO AGUARDAVA A VOLTA DO PC, que foi revisado pela R1 Informática, decidi ouvir um pouco mais de rádio. Emissoras regionais. Anotei alguns itens para relacionar aqui.

PROGRAMA JORNAL DA PRINCESA, Princesa FM Pindamonhangaba. Repórter Astério Galvão deu algumas notas de falecimento e assinou “Ao vivo, direto do Velório Municipal”...

O MESMO REPÓRTER, falando dos nascimentos do dia, na mesma oportunidade: “Tivemos o nascimento de crianças na Maternidade da Santa Casa...”. Nasceriam adultos por lá?

FLÁVIA GIOVANA, ancorando o Radar Noticioso da Metropolitana FM (férias do titular Alexandre Villela): Noticiou sobre o aumento da temperatura terrestre. Citou tantos números e não acrescentou muita coisa à história. O rádio exige informação clara, descomplicada, útil e objetiva. A moça, ainda, referiu-se ao “número de lixo” e não quantidade do mesmo, nas ruas, após o Natal. Quantos lixos os apanhadores pegariam por dia?.

EDUARDO COSTA, conhecido Biro Biro, já citado anteriormente neste blog, precisa cuidar mais do desenvolvimento de seu texto; melhorar a habilidade do improviso e atentar para a pronúncia correta das palavras. Agradece demais “pelo carinho da audiência”. Cobrindo férias do Silvio Braz, peca na pronúncia incorreta das palavras. Menos velocidade melhora a atenção e não expõe a erros, ou vícios, tais como “pa”, em vez de para, “durmí”, no lugar de dormir e “corda” querendo dizer “acordar”. Sem contar a tal de “parcipassão”, que substitui a participação...

RÁDIO ÓTIMA – Não tenho o hábito de ouvir essa emissora. Apesar de estar instalada em nossa cidade, tem características de muito material “enlatado”. Por falar em Ótima, outro dia ouvi, na seção de Fiscalização da Prefeitura Municipal, alguém citar essa emissora como infratora de algum tipo de regulamentação do Código de Posturas. O fiscal dizia, ao telefone, que “... o pessoal da Rádio Ótima sabe que a área é particular e insiste em fazer a coisa de modo errado”...

RÁDIO APARECIDA – Meteu os pés pelas mãos, diversificou demais, caiu no lugar comum. Era a número 1 do Vale, pela sua característica sóbria e agradável de noticiar, executar boas músicas. Agora, embolou no meio de campo das emissoras comuns. Felizmente ainda conta com profissionais de classe, como o locutor Nunes Filho, que foi parceiro do saudoso Percy Lacerda.

BAND VALE FM – Ficou com a melhor fatia do público apreciador de uma boa programação. Mantém sua fidelidade ao propósito inicial de fazer um belo estilo radiofônico. Excelente play list, bons comunicadores, ótimo jornalismo, com a situação das estradas praticamente em tempo real. Minha amiga Marisa Bueno participa do elenco, com a experiência de quem sabe e gosta de fazer rádio bem feito.

QUASE NINGUÉM SABE QUEM SEJA WAGNER ABREU MAGNO. Mas muita gente sabe quem é o comunicador Waguinho. Experiente radialista, com apurado bom gosto musical e talento para falar na “latinha”. O moço sabe tudo de promover eventos e, agora, faz festa na freqüência 107,1 da Princesa FM com o Batuque Geral, aos domingos. Das 10h da manhã até as 15h. Abre a mala da saudade, com o Arquivo e depois rola o que é sucesso no mundo do samba e pagode.

O WAGUINHO tem um programa que é uma verdadeira escada para quem vier depois. Ele deixa o horário da emissora lá em cima. Deixa, também, a responsabilidade para quem vier depois para manter o clima de festa no domingo. Pena que a emissora fique no “piloto automático” depois do Batuque...

PRA FECHAR O PAPO DE AGORA SOBRE RÁDIO, às vezes ouço a 99,9, da família Miranda. Quando foi fundada, a emissora era especializada em música importada. Os Miranda Brothers prometiam não tocar música popular nacional. Hoje tocam até forró e sertanejo, sem contar os “rebolations” da hora.