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sexta-feira, 27 de março de 2015

Cuidado, você pode ser vítima de Adogave!

(Texto de Marcos Ivan, MTb 36001)
Sybraju é um adogave.
Adogave é uma seita, religião, máfia, corja, matilha?
Sei lá. Religião não pode ser, pois todas as religiões têm a filosofia de religar os humanos com Deus, por meio da prática sadia de bons hábitos, respeito ao próximo, amor e caridade.
Sybraju Adogave não deve ter religião.
Em assim pensando, o indivíduo é de alguma seita não religiosa. Talvez corja, pois até a própria máfia tem seu código de ética e a matilha reúne cães, considerados melhores amigos do homem. Apesar de muitas vezes não merecerem a recíproca humana.
Enxugando as projeções, então, teremos Sybraju como integrante de uma corja, sem ética.
Sem ética, não entende de respeito, dignidade, humildade e assoberba-se de suposto poder a ele entregue, talvez por conveniência conveniada num estágio qualquer do caminho de antes do suposto poder ora exercido por ele.
Isso mesmo. Às vezes, por conveniência pessoal ou em busca do politicamente correto, alguns homens do poder nomeiam, para sua assessoria, aparentes indivíduos competentes.
Para se merecerem escolhidos, os incompetentes não economizam mesuras, frescuras, aberrações comportamentais. Beijam o chão por onde passará o poder, para se exibirem, evitando que a vaga de assessor lhe seja tirada pela verdadeira competência.
Sybraju Adogave, quando supostamente em serviço, não se cansa de usar o telefone fixo ou mergulha de cabeça no teclado do celular. Principalmente quando alguém está próximo, a fazer cobranças sobre respostas de sua competência.
Muito pouco ele ousa assinar documentos, Geralmente, Sybraju Adogave os recebe, olha-os com aquele jeitão de “depois eu vejo” e reverencia sua deusa maior, a gaveta, a quem entrega a papelada, como forma de oferenda.
Documentos são possíveis de passarem dias no altar da gaveta, por conta da adoração de Sybraju. Isso mesmo: Sybraju Adogave é “adorador de gavetas”.
Por conta disso, detesta assinar papéis, pois quando assinados estes precisam ser retirados do altar de adoração criado por Sybraju.
Só que, em virtude dessa doença/mania de ser Adogave (adorador de gavetas) Sybraju não entende sobre estar prejudicando pessoas normais, as quais adoram trabalhar honestamente e carecem da recíproca estabelecida pela democracia: quem trabalha, precisa ser pago.
No caso Sybraju Adogave há uma agravante. O dinheiro normalmente já é separado para o pagamento de quem trabalha. Não tem aquela coisa de esperar para ver se o movimento melhora. Verba aprovada e alocada serve para honrar compromissos de pagar a quem trabalha.
Não desejaria a ninguém cair na desgraça de ter que depender das ações de Sybraju. O indivíduo é liso igual a sabão. Dissimulado e falseador de palavras. Ocupa espaço, sem ao menos ser elemento decorativo.
Se você tem um problema que dependa de assinaturas em algum documento, não o confie a Sybraju. Pode ser que, de problema, se transforme em oferenda para deusa Gaveta.
Aconteceu comigo. Engavetou documentos meus, atrasou minha vida.
Mas, conforme diz o samba de Noel Rosa, revivido na voz de Ivan Lins: "o povo já pergunta com maldade, onde está a honestidade? Onde está a honestidade"?

Se desejar, desabilite o player da Rádio Canal39, acima de nosso logotipo, e clique no player abaixo, para ouvir Ivan Lins...


segunda-feira, 23 de março de 2015

EDITORIAL DO JORNAL ELETRONICO CANAL39

TEXTO PUBLICADO ORIGINARIAMENTE NO SITE WWW.CANAL39.COM.BR

Fazer política…

22 de março de 2015

Qual é a melhor maneira de fazer política?
Respondo, sob o prisma de se buscar qualidade de vida.
Fazer política não é bater boca nos balcões de cerveja, nas rodinhas de fim de futebol, nas redes sociais (aliás, sem muito boa energia), no palanque diário de cada partidário ferrenho, apesar de achar que nunca será ferrado…
Fazer política boa é levantar-se do marasmo, respirar fundo e mergulhar, de cabeça e conscientemente, num plano de governo para sua própria vida.
Está certo que muitos políticos, ou supostos detentores do poder, se assoberbam de sua arrogância e falta de sensibilidade (não a têm por não serem capazes de honrá-la) para tentar passar com o trator de esteiras sobre ideais e ideias.
Quando o cidadão comum se investe de vontade própria e não dá tantos ouvidos para o discursos formatados em inverdades políticas e em politicas de inverdade, consegue permear o chão de sua terra com a certeza de ser mais autêntico, apesar de muitas vezes tentarem lhe subtrair até a palavra mais simples de  se identificar.
Fazer política é se preservar de exposições desnecessárias, não concordar com o poder, pelo simples fato deste se considerar dono da cocada preta. Poder dialogar com o poder é próprio de situações nas quais o poder se permite ser ouvinte e não apenas dominador, impondo suas supostas verdades únicas.
Muitas das vezes, inclusive, a ponta do iceberg, o chefe dos chefes do poder, é vista – porém blindada de acesso pelos poderosos anões…
É quando o escolhido para ser poder se expõe, de nome e imagem, enquanto um infinito punhado de puxadores de saco se arrastam, até, para evitar que a lama de seus atos seja vista – e pisada – por aquele que lhes serve de escudo ou anteparo. Apesar desse escudo não ter presença em atos excusos, sujos mesmo, servindo de avalista para trapaças, malfeitos e abuso de poder.
Às vezes, até, o que se vê do iceberg é o lado frio de como os esfarrapados falsos poderosos se escoram na autoridade escolhida pela aparente vontade popular. Daí, deitam e rolam na voluptuosa e incontrolada corrupção, quando o dinheiro – para eles – é moeda de troca, tentativa de calar a boca, recurso de não sair do poder por eles arrogantemente propagado como “certinho”.
Fazer política, então, não é deixar que os tapinhas nas costas sejam – efetivamente – empurrões para o fundo do poço.
Fazer política boa não é bater panelas pela democracia que nos é enfiada goela abaixo, pelos anõezinhos do poder.
Fazer política é exercer poder de questionar, exigir respeito à cidadania, não permitir que o ralo da desfaçatez leve embora suas esperanças e o turbilhão da estupidez arraste seus mais espetaculares sonhos para debaixo de um tapete, enrustindo-se com a sujeira de quem lhe deseja paz e não promove a Paz, lhe acena com a mão direita e fecha os olhos para suas necessidades.
Daí, poderiam indagar alguns do lado de lá, para nós do lado de cá: “o que você quer dizer com isso?”. Essa é a mais descarada pergunta que um falso poderoso faz, pois no seu subtexto estará apenas dizendo: “Num entendi nada do que você disse”, mas sabendo que tudo dito lhe cabe na cabeça, carapuça formatada corretamente para a cabeça de quem não está nem aí com o exercício do respeito aos demais e, muito menos, com foco na qualidade de vida do povo.
É quando o telefone celular toca, sem ruído, e o anãozinho do poder escorrega da conversa, por não saber entender a obrigação de receber bem que lhe paga os vencimentos mensal e sagradamente no dia certo. Em tempo: normalmente essa alcateia toda de famintos lobos se abastece de vantagens cujas benesses não se estendem ao cidadão comum, que paga seus impostos para suportar esses desmandos todos. A mais moderna tecnologia é patrocinada pelo povo e é utilizada para não considerar tanto seu patrocinador…
Então, fazer política é promover ações de integração e não pulverização do contexto.
Não se torna justo apenas tomar assento por detrás de uma mesa, num gabinete qualquer, sem retornar ligações telefonicas ou ignorando quem passa do outro lado da vidraça.
Já reparou que o anãozinho político não lhe olha nos olhos? Dissimula, se coça todo, abre e fecha gavetas (esconderijo de muitas necessidades do povo), chama seu assecla do lado. Só não tem habilidade para atender quem o procura e traz no peito o crachá de cidadão do povo carente de soluções e respostas autenticas.
Fazer política não é olhar para a urna eletrônica e acariciar suas teclas como se estivesse violentando a mais virgem das pessoas safadas e a mandando para o trono do poder. Simplesmente porque, em assim procedendo, assina-se o passaporte para a farra parlamentar ou a orgia administrativa.
Já existe muita gente com olhos nas cadeiras da edilidade local e, também, augurando ventos de sair na frente para escalar uma cadeira em qualquer cantinho onde caiba sua pretensão de “tirar a corda do pescoço” com o dinheiro público.
Faça política, mas não deixe político nenhum lhe arrancar dos olhos o brilho de quem desejava tempos melhores para seus filhos.
O Brasil não pode ser mais Pátria Amarga. Carece de ser Pátria Amada.
Trago nos alforjes de cidadão do agora, a história de muitos tempos de combate de sol a sol, na busca de alimentar meus sonhos, meus ideais e minha família.
De todos esses tempos aprendi, até com meu pai, que o fermento que encorpa o sucesso é a verdade, adicionado de fraternidade e elevadas doses de humildade. Há aqueles que jogaram fora esses alforjes para não se assumirem responsáveis pela vida em comum, com sucesso.
Pisar na garganta dos aparentemente indefesos cidadãos é ignorar sua força de reação. Destratar ou ameaçar esses mesmos heróis anonimos é ignorar a força que eles têm nos dedos, na palavra e nas ações.
Daí, ação política nenhuma funcionará se não contiver, em toda sua essência, o dom de ser autêntica e plenamente para a qualidade de vida de todos.
Se for para funcionar para meia dúzia de “porta vozes do poder”, a tendência é o rodo passar e a história abrir página nova por conta da insatisfação e por necessidade de se honrar a cidadania plena.
Penso assim, por isso assino.
Marcos Ivan de Carvalho.
MTb 36.001
Diretor www.cana39.com.br

domingo, 1 de março de 2015

PARA MATAR SAUDADES DE QUEM CURTIA A RÁDIO NACIONAL DO RIO DE JANEIRO

UMA GRAVAÇÃO DE LEMBRAR MESMO!
EPISÓDIO DA SÉRIE "TEATRO DE MISTÉRIOS", CUJOS TEXTOS ERAM DE HÉLIO DO SOVERAL.

PARA OUVIR, DESABILITE O PLAYER DA RÁDIO CANAL39, ALI DO LADO ESQUERDO,

DEPOIS, É SÓ CLICAR NO PLAYER ABAIXO. BOAS LEMBRANÇAS, PRA QUEM VIVEU NA ÉPOCA, E BELA LIÇÃO DE RÁDIO TEATRO, PARA QUEM NÃO CONHECEU ESSA ARTE.

A MORTE REVELA VERDADES