sábado, 6 de outubro de 2012
Jeito criança
Acordei, nesta sexta-feira de outubro, com vontade de correr atrás do carrinho de pipoca, do jeito que fazíamos quando crianças.
Tomei o café da manhã, ao lado da mulher da minha vida. Começamos a cuidar de nosso lado profissional.
Fui para o escritório e, enquanto o computador inicializava, abri a janela e não vi o carrinho de pipoca, nem a dona Dita Boleira, com seus quitutes que faziam a alegria das crianças e adultos. Repentes de saudade para os lados da minha infância.
Olhei para o lado direito e vi um garotinho revirando a lixeira do vizinho da esquina. Um garimpeiro, já pela hora do café da manhã, catando algo reciclável para tentar re-significar sua existencia naquela hora.
Na mesma lixeira, mesmo à distância, era perceptível um enorme volume de folhetos com propaganda política.
O garotinho apanhava um ou outro exemplar, olhava para a fotografia estampada, mostrava a língua ou lhe dava uma “banana”.
Silencioso protesto de uma das incontáveis vítimas do descaso, da falta de oportunidades, da prepotência, da sede de poder, pelo simples fato de poder lutar pelo poder. Isso, no caso de alguns supostos detentores do poder.
Na verdade, escravos do dinheiro e não sabedores de sua melhor aplicação.
Tanto papel jogado fora, em mais uma corrida pelo poder de poder ter poder para mandar os menos favorecidos para a rua, catando latas, buscando sobrevida nas lixeiras ou em pequenos quinhões doados pela caridade de anônimos capazes, apenas, de ajudar com um pouco resultante de seu trabalho honesto.
Aquele garoto poderia estar puxando seu caminhão de brinquedo, pelo cordel preso no pulso, enquanto se imaginava o maior e melhor carreteiro do país. Levaria para todos os recantos, cargas e mais cargas de alimentos, roupas, calçados, remédios.
Ajudaria o pai, desempregado e doente, a cuidar da mãe de mais uns cinco ou seis irmãos.
Poderia pagar um planinho de saúde decente e honesto, financiaria os estudos da irmã sonhadora em ser enfermeira.
Teria como comprar o chocolate de “tabletão”, admirado nas vitrines da conveniência do posto de gasolina.
Um filme estaria passando na mente do garoto, enquanto eu também reprisava incríveis, espetaculares momentos da minha infância, até certo ponto magnífica em se comparando com os tempos atuais.
Será que os fazedores de política barata, interesseira, boateira, fajuta, capaz de buscarem – nos entremeios da história – nichos contendo “pecados” de seus adversários, simplesmente para os alijarem da concorrência direta estabelecida pela obrigatoriedade de brasileiros teclarem números, na hora de escolherem seus supostos representantes e administradores, teriam a sensibilidade de entender esse tipo de situação?
Fica aí, homens que brigam pelo poder, a sugestão: deixem de brigar e busquem brincar um pouco mais com sua imaginação de seres humanos.
Redescubram a Sensibilidade, a Emoção e a Dignidade.
Depois, num alento maior de Humildade, valeria a pena comungarem da mesma hóstia que o povo carrega na boca: Fome e Sede de Justiça Plena, apregoada por vocês, aparentes soldados da Democracia Plena.
As promessas de campanha somente valem assim: de campanha. A maioria dos candidatos “bem intencionados” desaparece já no dia seguinte aos resultados. Tanto os eleitos como os não escolhidos.
Simplesmente pelo fato de a “boa intenção” ser com prazo marcado: até o final da apuração.
Os escolhidos, escolhem, quase sempre, cuidar de si mesmos.
Os não contemplados com a preferência do povo, tentam voltar a ser, simplesmente, parte do povo.
Daí, entopem-se de justificativas, alegam falcatruas, fingem arrependimento pela experiencia negativa.
Poderiam, todos, se organizarem em repensar a contenda e revirar as lixeiras da cidade e da mente.
Talvez lhes restasse algo reciclável, capaz de lhes motivar, também, a busca de um novo significado de vida.
Resolvi escrever assim, já que muitos deles ainda estão surdos de tanto gritar promessas, ao espoucar de foguetes, enquanto o povo aplaudia as falsas promessas como se fosse um espetáculo do tipo “Trapalhões”, onde a fantasia ainda predomina sobre a realidade triste da vida brasileira.
Para as crianças de todas as idades, um “número musical”, somado ao convite: vamos repensar tudo e, brincando, fazer a coisa certa ainda já nas eleições de domingo?
Com vocês, Pato Fu e sua “música de brinquedo”: “Todos estão surdos”
(Marcos Ivan de Carvalho, Canal 39)
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Meu pai, no dia dos pais
Certa manhã meu pai chegou do
serviço um tanto triste, outro tanto silencioso.
Tomou assento à mesa, para nosso
café da manhã e disse, entre um gole e outro, que precisaríamos mudar de casa,
para poder continuar trabalhando.
Mamãe, parceira de sempre desse
homem batalhador, sem perguntar muitas coisas, arrumou nossas coisas e todos embarcamos
no caminhão descoberto, com destino a outros tempos.
O tempo passou, os filhos
cresceram, papai lutador sempre colocando a mão na massa para nos dar o pão de
cada dia.
Cada um dos filhos teve caminhos
independentes, apesar de nunca efetivamente romperem o cordão umbilical com a
família.
Zeca, devido a planos do Criador,
transferiu-se para outro tipo de energia.
Mais um tanto de tempo passou e
papai também pegou rumo idêntico ao do mano Zé Carlos.
Às vezes sonho com os dois,
somando risos e brincadeiras no todo da família.
A saudade que sinto de meu pai é
daquele tipo de saudade verdadeira, quando cultivamos o bem querer, o amor, a
amizade em doses espetaculares de discernimento e aceitação.
Herdamos do velho Abel Padeiro as
lições de correto proceder, dignidade e respeito.
O que procuramos não transgredir
para o bem existir de nossos semelhantes e de nossa própria porção de tempo por
aqui.
Neste Dia dos Pais, abraço
fraternalmente meu pai, dotados que fomos, seus filhos, de plena e constante
imantação das pessoas que se amam, em qualquer tempo do Senhor Tempo.
Beijão, meu pai, pelo dia de hoje, todos os dias!
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Paineiras Country Club + Charles Anjo 45 = QUINTA NOBRE
Publiquei no meu site de notícias a matéria sobre o projeto Quinta Nobre, desenvolvido pelo Paineiras Country Club de Pindamonhangaba e o grupo Charles Anjo 45.
Oportunidade espetacular, esse projeto, para os baileiros de plantão passarem bons momentos de lazer e diversão sadia, num ambiente amplo, com boa música e excelente serviço de bar.
Vale a pena ler a matéria:cique aqui e leia
Vou postar, aqui, o clipezinho que fiz do baile realizado na última quinta-feira de julho
O Paineiras tem se mantido em boa forma, no que tange a programação de bailes, enquanto outras associações capengam por conta da falta de foco de seus responsáveis...
Por isso, cabe destacar as ações desenvolvidas pela equipe do presidente Gontran Junior.
Veja, a seguir, o clipe do Baile de 30 anos do Paineiras:
E já que estamos na onda de vídeos, mais um produzido por nós, para quem quer uma dica de como participar de ações pela qualidade de vida: Canto sem fronteira, uma campanha deflagrada pela minha nova amiga Renate Esslinger e seu marido Árpád Scerép, de Cunha:
A gente se lê, daqui a pouco...
Oportunidade espetacular, esse projeto, para os baileiros de plantão passarem bons momentos de lazer e diversão sadia, num ambiente amplo, com boa música e excelente serviço de bar.
Vale a pena ler a matéria:cique aqui e leia
Vou postar, aqui, o clipezinho que fiz do baile realizado na última quinta-feira de julho
Por isso, cabe destacar as ações desenvolvidas pela equipe do presidente Gontran Junior.
Veja, a seguir, o clipe do Baile de 30 anos do Paineiras:
quinta-feira, 19 de julho de 2012
RETOMANDO O FIO DA MEADA
Depois de um longo e tenebroso pré inverno, com direito a sustos e fortes emoções pessoais, voltamos a rabiscar algumas palavras nesse espaço dedicado à descontração.
Vamos lá...
Nestes tempos de comemorações, profissionalmente participei de momentos de muita festa e bastante emoção.
Um desses momentos foi quando se juntaram para uma foto três bons amigos, de há muito tempo: professor Alfredo de Andrade, o Una, Renatinho Munhoz e Janjão, filho do Una.
A oportunidade foi muito importante para os apreciadores do esporte, de um modo geral e, em especial, para os que curtem voleibol.
Una foi homenageado pela Câmara de Vereadores de Pindamonhangaba, contemplado com o título de cidadania. Muito mais do que merecido, conquistado pelos seus longos anos dedicados à difusão do esporte e à formação de muitos atletas d nossa cidade.
Após o final da sessão solene da edilidade, Una posou ao lado de Munhoz e Janjão, dois de seus bons atletas daqueles tempos em que cada ponto precisava de duas bolas no chão (ou queimando a rede / ficando na rede). Eita saudade!!!
Vamos lá...
Nestes tempos de comemorações, profissionalmente participei de momentos de muita festa e bastante emoção.
Um desses momentos foi quando se juntaram para uma foto três bons amigos, de há muito tempo: professor Alfredo de Andrade, o Una, Renatinho Munhoz e Janjão, filho do Una.
A oportunidade foi muito importante para os apreciadores do esporte, de um modo geral e, em especial, para os que curtem voleibol.
Una foi homenageado pela Câmara de Vereadores de Pindamonhangaba, contemplado com o título de cidadania. Muito mais do que merecido, conquistado pelos seus longos anos dedicados à difusão do esporte e à formação de muitos atletas d nossa cidade.
Após o final da sessão solene da edilidade, Una posou ao lado de Munhoz e Janjão, dois de seus bons atletas daqueles tempos em que cada ponto precisava de duas bolas no chão (ou queimando a rede / ficando na rede). Eita saudade!!!
Renatinho, Una e Janjão
Interessante: antes de começar a sessão solene comemorativa ao aniversário da cidade, na Câmara de Vereadores, uma dupla corria contra o tempo, talvez por não ter participado da Corrida Pinda.
Os dois "mandavam ver", na colocação de uma placa de identificação, na entrada da edilidade. Parece que lhes faltou programação de tempo...
Por falar em placa, numa dessas andanças nossas como repórteres, eu e minha esposa Edna Maria fizemos um pit stop pelas bandas de São Bento do Sapucaí.
Num passeio de domingo, pela manhã, encontramos uma academia de ginástica. O ideal para quem frequenta uma academia é que tenha, sempre, bom desempenho.
Você se deixaria encantar pelo nome dessa, para obter bom desempenho, ou ficaria "com a pulga atrás da orelha"? O nome de fantasia sugere algo?
O incrível é como a tecnologia ajuda, na maior parte das vezes, a todas as pessoas.
Entretanto, noutros tantos de vezes, fica complicado atender uma ligação, mesmo em se tratando de celular.
Principalmente quando não queremos ou não temos condições de atender a quem nos liga...
Esse daí pode dizer que alguém esteve aos seus pés, para conseguirem conversar...
Abraços, minha gente, e que o frio desperte o calor humano em todas as pessoas de bem.
Axé!
quinta-feira, 10 de maio de 2012
TEMPO DE MATAR SAUDADES (BEATLEMANIA)
TENHO UM LIVRO FINALIZADO, aguardando publicação, em cujo conteúdo existe um capítulo que aborda os grandes lances da minha juventude, igual à de muita gente.
NESSE CAPÍTULO, relembro o dia em que chegou-me às mãos, pela primeira vez, um compacto duplo (vinil daqueles menores, com um enorme buraco no meio. Era importado, rodava em 45rpm (rotações por minuto).
TRAZIA UM SELO com a identificação da banda; The Beatles. Uma das músicas nunca mais esqueci: Please, Please Me.
DAÍ PRA FRENTE, naqueles tempos, só rolava Beatles na vitrola do meu amigo Valno Herculano. Era uma Sonata Rio, com aquelas agulhas tipo agulha mesmo... Quando estragavam, usávamos para fazer "dardinhos" e brincar de tiro ao alvo...
O TEMPO PASSOU, A BANDA EVOLUIU, marcou época, foi divisor de águas na história da música mundial.
UM DIA, botaram fim numa parte da banda. Mataram John Lennon, uma das cabeças pensantes da banda.
A partir daí, já não eram tão mais Beatles.
MAS AS MELODIAS FICARAM, e são relembradas, aqui no Brasil, por uma das mais aplaudidas bandas cover dos Beatles: a BEATLES 4EVER!
PARA MATAR SAUDADES DE MUITA GENTE, INCLUSIVE AS MINHAS, que tal curtirmos um show, em Pindamonhangaba, com a Beatles 4Ever!?
JÁ TEMOS UMA DATA PRÉVIA, mas gostaríamos de saber sua opinião.
COMENTE A RESPEITO DA DATA ideal e o preço inicial do convite: R$ 30,00. Para isso, use o espaço de comentários neste blog.
CONFIRMADA A DATA, FAREMOS A DIVULGAÇÃO E anunciaremos local e data.
BEATLES, FOREVER!
NESSE CAPÍTULO, relembro o dia em que chegou-me às mãos, pela primeira vez, um compacto duplo (vinil daqueles menores, com um enorme buraco no meio. Era importado, rodava em 45rpm (rotações por minuto).
TRAZIA UM SELO com a identificação da banda; The Beatles. Uma das músicas nunca mais esqueci: Please, Please Me.
DAÍ PRA FRENTE, naqueles tempos, só rolava Beatles na vitrola do meu amigo Valno Herculano. Era uma Sonata Rio, com aquelas agulhas tipo agulha mesmo... Quando estragavam, usávamos para fazer "dardinhos" e brincar de tiro ao alvo...
O TEMPO PASSOU, A BANDA EVOLUIU, marcou época, foi divisor de águas na história da música mundial.
UM DIA, botaram fim numa parte da banda. Mataram John Lennon, uma das cabeças pensantes da banda.
A partir daí, já não eram tão mais Beatles.
MAS AS MELODIAS FICARAM, e são relembradas, aqui no Brasil, por uma das mais aplaudidas bandas cover dos Beatles: a BEATLES 4EVER!
PARA MATAR SAUDADES DE MUITA GENTE, INCLUSIVE AS MINHAS, que tal curtirmos um show, em Pindamonhangaba, com a Beatles 4Ever!?
JÁ TEMOS UMA DATA PRÉVIA, mas gostaríamos de saber sua opinião.
COMENTE A RESPEITO DA DATA ideal e o preço inicial do convite: R$ 30,00. Para isso, use o espaço de comentários neste blog.
CONFIRMADA A DATA, FAREMOS A DIVULGAÇÃO E anunciaremos local e data.
BEATLES, FOREVER!
segunda-feira, 30 de abril de 2012
OBRIGADO, MAESTRO!
CERTA FEITA DISSERAM QUE A CULTURA BRASILEIRA NÃO PERMITIRIA, numa grande plateia, a ocorrência do famoso "minuto de silencio" em homenagem a alguma personalidade recentemente falecida.
COMENTARISTAS ESPORTIVOS, INCLUSIVE, diziam que o tal minuto de silencio havia morrido, há muito tempo.
NÃO FOI O QUE ACONTECEU NO DOMINGO QUE PASSOU, QUANDO DA ABERTURA OFICIAL DO GRANDE PREMIO DE FORMULA INDY, patrocinado pela Itaipava.
O MAESTRO JOÃO CARLOS MARTINS calou a boca de milhares de pessoas que se postavam nas arquibancadas, corredores, boxes e demais postos onde alguém pudesse ficar para ouvir o Hino Nacional Brasileiro.
APESAR DE TODAS AS LIMITAÇÕES IMPOSTAS pela doença que o acometeu, Martins executou, magistral e emocionantemente, o nosso hino pátrio, ao piano.
UMA LÁGRIMA ESCORREU EM MINHA FACE, como homenagem a tão importante momento nacional, ou internacional, do esporte das pistas.
MARTINS MOSTROU BRASILIDADE, HONROU O CONVITE FEITO e provou que o povo brasileiro sabe respeitar, quando respeitado.
JOÃO CARLOS MARTINS deu exemplo de superação.
ERA PERCEPTÍVEL SEU ESFORÇO, durante a execução do Hino, para cumprir com o andamento da melodia. Lapsos de suposto improviso, mesclados com autorizada fantasia sobre o tema original lhe deram gás para chegar às últimas notas.
DAÍ SIM, A GALERA SOLTOU O VOZERIO E APLAUDIU, não a simples execução do Hino, porém a galhardia com a qual ele foi apresentado pelo maestro Martins.
LUCIANO DO VALLE OUSOU, até, dizer que não se ouvia o ruído do voar de uma mosca. Claro, pois até as moscas se postaram atentas para ver e ouvir o show de João Carlos Martins.
OBRIGADO, MAESTRO, por esse momento de verdadeira poesia, misto de heroísmo, muito de brasilidade.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
A ALMA DO DIREITO ESTÁ DOENTE
CONHECI GILBERTO DE CASTRO RODRIGUES quando de minha avaliação para trabalho na planta de Taubaté da Volkswagen do Brasil S.A.
DAQUELE PRIMEIRO CONTATO até hoje, uma forte amizade, com muito respeito profissional se transformou numa espécie de "irmandade", mesmo à distancia.
TIVE O PRAZER DE ELABORAR, para Gilberto, a capa de seu primeiro livro (Corpo Chão), contendo verdadeiros brilhos de cidadania e crítica a muitos já superados conceitos, apesar de ainda arraigados na mente de, felizmente, uma minoria supostamente dominante.
PSICÓLOGO, ESCRITOR E BACHAREL EM DIREITO, esse meu amiguirmão vem para as notícias da mídia para anunciar seu livro “Da alma do Direito ou a Psicologia do Direito”. A obra propõe uma reflexão sobre o Direito, sua aplicação, como é ensinado e aprendido atualmente e o seu descompasso com o processo de desenvolvimento, de evolução e de aperfeiçoamento de outras atividades científicas e, principalmente, com relação a sua incapacidade para atender às demandas da sociedade.
SEGUNDO O AUTOR, "A Alma do Direito está enferma. A Psicologia pode e deve socorrê-la em prol da sociedade que está órfã de um Estado que, mesmo valendo-se de um Sistema Jurisdicional estruturado, não está conseguindo tornar-se de fato e de modo eficaz um disciplinador da convivência e do comportamento humanos. A sugestão ora apresentada pode tornar-se inovadora e vir a ser uma solução. Somente um Direito com Alma pode impedir a descrença da sociedade na capacidade do Estado para protegê-la e para zelar pelos caminhos que tem que trilhar na realização da sua individualidade. O abandono do Estado pode consentir, tacitamente, num retrocesso civilizatório e autorizar a pessoa a buscar solução para suas demandas a seu modo e com seus instrumentos e técnicas. A queixa com relação ao distanciamento entre o Direito e o indivíduo na sociedade é antiga — tem quase a idade do Direito — e as providências para sanar essas queixas têm-se apresentado ineficazes".
CONVIDADO PARA FAZER A APRESENTAÇÃO DESSA PRIMEIRA OBRA na praia da literatura voltado ao Direito, o juiz de Direito no Estado de São Paulo Luis Manoel Fonseca Pires destaca tratar-se de “um livro que nos convida a pensar e a agir. Irreverente, densamente crítico, provocante”.
O LIVRO TEM LANÇAMENTO PELA EDITORA LETRAS JURÍDICAS e sua primeira noite de autógrafos acontece dia 18 de abril na Livraria da Vila - Lorena, na Alameda Lorena, 1731, Jardins, São Paulo. Uma semana depois, no dia 25, é a vez de Taubaté receber o lançamento, com Gilberto Rodrigues apresentando seu trabalho na Subseção da OAB, à rua Quatro de Março, 441. Em ambas as datas o início está marcado para as 19h.
VOTOS DE PLENO SUCESSO E MUITOS OUTROS trabalhos nessa intrincada praia de avaliação do Direito.
DAQUELE PRIMEIRO CONTATO até hoje, uma forte amizade, com muito respeito profissional se transformou numa espécie de "irmandade", mesmo à distancia.
TIVE O PRAZER DE ELABORAR, para Gilberto, a capa de seu primeiro livro (Corpo Chão), contendo verdadeiros brilhos de cidadania e crítica a muitos já superados conceitos, apesar de ainda arraigados na mente de, felizmente, uma minoria supostamente dominante.
PSICÓLOGO, ESCRITOR E BACHAREL EM DIREITO, esse meu amiguirmão vem para as notícias da mídia para anunciar seu livro “Da alma do Direito ou a Psicologia do Direito”. A obra propõe uma reflexão sobre o Direito, sua aplicação, como é ensinado e aprendido atualmente e o seu descompasso com o processo de desenvolvimento, de evolução e de aperfeiçoamento de outras atividades científicas e, principalmente, com relação a sua incapacidade para atender às demandas da sociedade.
SEGUNDO O AUTOR, "A Alma do Direito está enferma. A Psicologia pode e deve socorrê-la em prol da sociedade que está órfã de um Estado que, mesmo valendo-se de um Sistema Jurisdicional estruturado, não está conseguindo tornar-se de fato e de modo eficaz um disciplinador da convivência e do comportamento humanos. A sugestão ora apresentada pode tornar-se inovadora e vir a ser uma solução. Somente um Direito com Alma pode impedir a descrença da sociedade na capacidade do Estado para protegê-la e para zelar pelos caminhos que tem que trilhar na realização da sua individualidade. O abandono do Estado pode consentir, tacitamente, num retrocesso civilizatório e autorizar a pessoa a buscar solução para suas demandas a seu modo e com seus instrumentos e técnicas. A queixa com relação ao distanciamento entre o Direito e o indivíduo na sociedade é antiga — tem quase a idade do Direito — e as providências para sanar essas queixas têm-se apresentado ineficazes".
CONVIDADO PARA FAZER A APRESENTAÇÃO DESSA PRIMEIRA OBRA na praia da literatura voltado ao Direito, o juiz de Direito no Estado de São Paulo Luis Manoel Fonseca Pires destaca tratar-se de “um livro que nos convida a pensar e a agir. Irreverente, densamente crítico, provocante”.
O LIVRO TEM LANÇAMENTO PELA EDITORA LETRAS JURÍDICAS e sua primeira noite de autógrafos acontece dia 18 de abril na Livraria da Vila - Lorena, na Alameda Lorena, 1731, Jardins, São Paulo. Uma semana depois, no dia 25, é a vez de Taubaté receber o lançamento, com Gilberto Rodrigues apresentando seu trabalho na Subseção da OAB, à rua Quatro de Março, 441. Em ambas as datas o início está marcado para as 19h.
VOTOS DE PLENO SUCESSO E MUITOS OUTROS trabalhos nessa intrincada praia de avaliação do Direito.
Assinar:
Postagens (Atom)






