segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Eleições 2012

Estamos na reta final para as eleições.

Muitos candidatos a vereador já começam a entender que pularam num buraco sem fundos...

Isso mesmo: sem fundos. Simplesmente porque, em política, é preciso muita grana, muitos fundos, para suportar a campanha.

Cada milheiro de santinhos, cada bandeirola ou bandeira, cada milheiro de panfletos e outros recursos permitidos pela Justiça Eleitoral, custam muito caro...

Há quem saiu por aí, pela nossa Pindamonhangaba querida, esbanjando grana em forma de material de propaganda.

Depois do debate na TV Vanguarda, assumindo as cores da campanha, essa mesma gente gastadeira ficou com sorriso amarelo e o rosto vermelho de vergonha.

Afinal, o seu debatedor quase que perdeu totalmente a estabilidade já no primeiro momento, quando foi perguntado a respeito de como faria a melhor adequação do lixo da cidade. Lixo para o qual o mesmo candidato tem contribuído, em muito, com material de sua campanha.

Sábado, no centro da cidade, os candidatos passearam, mostrando a cara para o eleitorado.

O petista desfilou à pé, fazendo corpo a corpo e acompanhado de uma verdadeira procissão.

O candidato tucano, que teve bom desempenho, ao lado do petista, no debate da TV, circulou pelo centro e pelos bairros, com sua carreata comemorativa à sua participação no evento televisivo.

O peemedebista, tentando esconder sua aflição pelo mau desempenho na contenda de comentários e perguntas pelo principal canal da região, "botou o bloco na rua" para fazer barulho. Mais dinheiro jogado fora, com um foguetório plenamente dispensável.

Tranquilo, sorridente e bastante cumprimentado pelo público, nos locais por onde passava, seguia o representante da Social Democracia Cristã. Sem carreata, sem passeata, sem folhetos ou banderias, o candidato simplesmente passou pelo povo, sem se incomodar com as manifestações dos demais partidos.

O que podemos antever, para o dia 7 de outubro, é uma disputa capaz de comportar surpresas para alguns políticos. Principalmente para aqueles que se achavam vencedores, donos da cocada preta, etc.

Enquanto isso, no reino das ilusões baratas, destaque-se a eutanásia sofrida pela Domingueira da Ferroviária. Só pode ter sido eutanásia, visto o fato do encerramento do referido momento de lazer e curtição ter sido a mim relatado por um funcionário do clube.

O mesmo destacou que "conseguiram matar a domingueira. Na última semana, menos de 50 pessoas estiveram presentes,

Triste, pois a atual diretoria disse, durante a campanha, que iria resgatar o clube.

Muitas vezes não basta prometer. É preciso adequar o gerenciamento de setores ao perfil as necessidades e contratar pessoas conhecedoras das possíveis soluções e com motivação para atuar no clube.

Uma instituição com mais de 80 anos de existência merece, ou melhor, exige respeito, inclusive por parte de quem se propôs administrá-la, numa disputa que quase termina em empate de votos...

Ainda bem que acontecem eleições em abril de 2012.

Seria interessante que os verdadeiros interessados pelo clube se manifestassem desejosos de mudanças organizacionais extremas e modernas. Não comporta mais, a situação, o comodismo de "deixar como está para ver como é que fica"... Lembramos do Literário, que escorreu pelas frestas da administração pouco interessada, que deitou-se no berço explêndido da história e não atualizou seu quadro social...

A coisa precisa mudar mesmo. Aliás, gostaria de ver o jeito esquisito de quem apoiou a atual chapa administrativa..

Para suavizar a segunda-feira de ressaca, para muitos, um belo momento de Rita (Ribeiro) Benneditto, uma das gratas expressões da nossa Música Popular Brasileira de verdade. Recomendamos assistir com o volume no "médio". Se der vontade de cantar junto e bater palmas no compasso, é só deixar a vontade fluir para a realidade. Também é uma homenagem aos Erês...

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Primavera e eleições no mês das crianças

A política municipal, na corrida pelos cargos eletivos deste ano, tem nos dado alguns exemplos de  coisas divertidas, outras um tanto muito sérias.

Um dos candidatos a prefeito em Campos do Jordão promete tirar a sede do Executivo municipal do topo do Morro do Elefante e instalar, lá, uma pista de esqui.

Já vi esse filme antes, ou melhor, parte desse filme. Houve, até, cadastramento de candidatos a emprego em Pindamonhangaba. Promessa de um certo diretor da prefeitura. O sonho de um bom emprego derreteu-se na neve do nada feito...

Uma coisa séria: tem candidato gastando rios de dinheiro, para se promover. Fundamenta seu discurso na melhor formação de mão de obra. Aliás, só sabe dizer isso, pois segue uma cartilha nacional de treinamento profissional, o que não o habilita ser administrador municipal em Pinda.

Na contramão da história, um candidato com verba mínima tem conquistado grande fatia de admiradores, pelo seu modo direto de tratar os assuntos de seu plano de governo. Aliás, tem mesmo que ser direto, pois seu tempo é, também, incrivelmente mínimo no rádio e na tevê.

Em Campos do Jordão, num debate ao qual assisti, um dos candidatos foi indagado se teria condições de administrar uma cidade já que era nordestino e a cidade dispunha de outros filhos naturais.

O candidato questionado teceu elogios rasgados ao petista que chegou a presidente da república, gastou seu tempo de resposta e promoveu o candidato do PT, visto que seu partido era outro...

Os especuladores políticos estão a pleno vapor, disseminando tititis por aí, tentando manipular a opinião pública em benefício deste ou daquele candidato. Acontece que o povão já está muito mais esclarecido do que há quatro anos.

Isso é fácil de se notar quando dedicamos um pouco mais de atenção nas entrelinhas dos comentários que pululam por aí, nas redes sociais, nas conversas de beira de balcão no Pirpoul, no Chacrinha, nas mesas do Chopão e do Gramado. Também no Pit Stop do Arizinho Galvão.

Uma central de informações, recentemente desativada, mexe com a saudade particular dos especialistas em qualquer assunto. Trata-se da Casa Rabello, trazida ao chão pelas mãos de exímios demolidores...

Interessante é podermos notar como brotam do chão os que buscam votos e mais votos trazendo, na ponta da língua, todas as soluções pela falta das quais padecem as cidades.

Tanto os prefeituráveis como os candidatos a ocupar uma cadeira da edilidade são capazes, até 07 de outubro, das mais espetaculares mega façanhas para "salvação da lavoura". Depois, como numa bem desenvolvida programação cibernética, deletam até as vírgulas dos discursos e a memória RAM deles é omissa qualquer tipo de resposta.

Como as eleições acontecem no mês das crianças, esperemos que os candidatos entendam a necessidade de melhor respeitarem esses nossos pequenos herdeiros e lhes proporcionem momentos lúdicos maravilhosos e condições excelentes de ganharem a vida adulta como mais qualidade, respeito e dignidade.

Mesmo porque, em se tratando de bons motivos e conceitos corretos de como promover a diversão, destaco aqui um exemplo da banda Pato Fu e aproveito para homenagear a estação das Flores.

É clicar, ver e ouvir e, depois, ficar em pé para aplaudir:


terça-feira, 18 de setembro de 2012

Daqui a pouco é Primavera

De repente, setembro já está se esvaziando de tempo disponível, permitindo outubro se insinuar pelas páginas das agendas ou dobras de calendários...

Ano de política, em nossa cidade tudo pode acontecer...

Vejam só: num dia desses eu caminhava pela calçada, imediações do Sindicato dos Metalúrgicos, quando dei de cara com um cara mascarado, oculto sob o bico de um suposto galináceo...

Nas mãos, o mesmo cidadão carregava um daqueles frangos de plástico, utilizado não sei para quê...

Descobri que o indivíduo fazia seu marketing pessoal, como candidato a vereador...

Outro tanto de candidatos se esbaldam de propagar suas mais incríveis qualidades, como salvadores da Pátria Amada...

Todos, sem tirar nem por, têm a solução ideal e viável para Saúde, Segurança Pública, Emprego, Moradia, Transporte, Educação...

Os prefeituráveis também se apresentam com propostas de Melhor Qualidade de vida.

Um destes aí, servindo-se de bengala patrocinada por instituição nacional, apregoa ser a melhor solução.

Tem, até, apoio de equipe de fotógrafos, sendo que flagrei um desses verdadeiros "paparazzi" tentando se esconder atrás de um carro, após disparar (ou tentar disparar) seu clique focado em conhecida pessoa pública...
Vejam que coisa mais ridícula...

Pois é... O rapaz é excelente profissional, esforçado, mas creio estar sob o comando de um suposto bem sucedido patrão. Acontece que esse patrão, bem, deixa pra lá...

Afinal, conforme diz o adágio popular, "quem muito se esconde, acaba aparecendo da maneira que não quer".

Mas, em se tratando de setembro, prelúdio da Primavera, esperemos que as flores encharquem os olhos de quem precisa ver a vida mais colorida e feliz...

Sejam, as flores da Primavera, de podermos comemorar os bons momentos e não, apenas, frias homenagens póstumas...

Enquanto não passar o tempo de teclar "Confirma" na urna eletrônica, oremos pelo bem de todas as pessoas e que Oxalá ilumine aqueles que despejam promessas pelos carros de som, programas de rádio e televisão, panfletos, faixas, santinhos...

Muitos, na verdade, de santinhos nada têm...

Por isso, crer nas promessas é acatar a falsa ideologia?

Feliz Primavera!

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Repensar a Independência preciso é

Daí, o sol da liberdade, em raios fúlgidos, brilhou no céu da Pátria, intensamente.
Meditei por alguns segundos pela graça de estarmos respirando em mais um 7 de setembro, tomei o café da manhã, beijei minha mulher e fui para o trabalho.

No obelisco dedicado à Independência, flores esperavam pelas autoridades, as quais iniciariam a celebração de mais um aniversário do grito de Pedro I.

Hasteadas as bandeiras, ao som do hino pátrio, executado pela Euterpe, uma das bandas mais antigas do país, ouviu-se, em seguida, o Hino à Bandeira.

Quando todos esperavam pelo Hino de Pindamonhangaba, a banda arriou os instrumentos, fechou os álbuns de partituras e se mandou para a avenida, onde haveria o desfile cívico.

Durante o desfile, comecei a mergulhar meu pensamento pelas dobras do passado, rebuscando históricos momentos de meus tempos de estudante no Instituto de Educação João Gomes de Araújo.

Geralmente o pelotão da minha turma noturna era o último a desfilar e o fazíamos garbosamente, vestindo calças pretas, camisas sociais brancas, gravatas pretas e brilhantes sapatos pretos, muitos deles emprestados de quem tinha grana para comprar os vulcabrás da época.

Foi quando, tomado de saudosa emoção, recordei os magníficos DESFILES CÍVICOS DE SETE DE SETEMBRO.

Bandas marciais bem ensaiadas, fanfarras motivadas, estudantes uniformizados.

Sei lá por qual motivo, mas sei que um par de lágrimas encharcou-me os olhos, enquanto alguns poucos estudantes sofriam pelo sol da manhã festiva e se arrastavam para os poucos aplausos do minguado conteúdo instalado no palanque oficial.

Mesmo assim, o povo lá estava, firme e forte, regateando aplausos mas disparando câmeras digitais, celulares e alguns gritinhos do tipo "alá ela lá!", para mostrar alguma pessoa conhecida dentro do pelotinho (não era pelotão, como antigamente).

Bateu saudade, mesmo, de verdade.

Então elevei meu pensamento a nosso Pai Oxalá e implorei por bênçãos maravilhosamente efusivas e - até - em quantidades extras para nosso Brasil.

Já passou da hora essa tal corrupção, em todos os segmentos. É dinheiro escorrendo "pelo ladrão", como já dizia algum crítico.

A saúde está morrendo na UTI dos hospitais, que mais parecem sala de espera para o necrotério.

A marginalidade escancara sua cara de pau e ofende a Ordem pública às claras. Antes, era aquela coisa de "na surdina", no escurinho das madrugas...

O tráfico trafega a olhos plenos, crianças se viciam, mães se desesperam, pais "pedem a conta" da família e botam o pé na estrada, em busca de trabalho novo para o velho sonho de felicidade.

A violência bate nas mulheres, domesticamente, sob o olhar aprovador do Medo ou da assustadora Ameaça que cala a boca das ofendidas e agredidas.

Muitos meninos já deixaram de sonhar em ser craque de futebol e têm sua vida atravessada pelo maldito crack, lixo dos entorpecentes e porta imediata para a miséria humana.

Enquanto isso acontece, na praça do poder maior, que é a cidadania brasileira, dona do poder do voto, muitos safados engravatados se esbaldam de viajar, comer do bom e do melhor, usurpando os direitos de um povo livre, como Saúde, Educação, Trabalho, Moradia, Segurança, Acessibilidade, Qualidade de Vida Melhor, Ir e Vir sem sofrer atrasos ou embargos.

O toque da corneta do soldado desconhecido (pelo menos para mim era...) trouxe-me à realidade, avisando que a tropa militar começaria seu desfile.

Brava gente brasileira, demonstrando disciplina, organização e ordem, respeito e técnica, passou em continência aos seus comandantes, que estavam no palanque oficial, deixando na cabeça da gente um pouco do que era até certo ponto romântico na nossa juventude: a admiração do povo pelo Exército Brasileiro.

Terminado o desfile, cada um para o seu canto, enquanto o Brasil parecia voltar à normalidade, na sua normal idade de 190 anos de Independência, um tanto quanto dependente - ainda - da boa vontade, melhor ética e respeito pela coisa pública por parte de muitos que se julgam capazes de participar da vida política do país.

Sete de outubro, um mês depois do sete de setembro, é tempo de apertar botões e confirmar nossa intenção de vida com qualidade.

Pelas quebradas de todos os cantos da cidade, ouvem-se cantos gravados de marchinhas mandando o povo apertar isso mais isso para resultar naquilo...

Permita Oxalá que naquilo que pensam os candidatos seja, efetivamente, a real possibilidade de curar as mazelas da população extremamente sofrida ao extremo.

Do contrário, a jovem de quase duzentos anos de história, nossa Indenpendência, será, mais uma vez, apenas motivo de outro desfile cívico...




quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Reposicionamento x acomodação (O que é que há, Ferrô?)

Não é comum, nos dias atuais, a notícia de empresas famosas tomarem rumos diferenciados de seu foco inicial, em nome do reposicionamento de mercado, combatendo a acomodação.

Qualquer empreendimento carece, a certos intervalos de tempo, de estudos para se manter vivo no mercado, qualquer que seja sua área de atuação.
Já abordei aqui, por mais de uma vez, a atual situação de UTI pela qual passa a nossa querida Ferroviária de Pindamonhangaba.

Recentemente foi lançada uma agenda de eventos dominicais, com determinação de idade para maiores de 18 anos. Seria a saudosa domingueira ou um projeto novo, calculado talvez sem muita noção dos riscos e da audiência por parte do público alvo.

Não adianta, simplesmente, mudar o foco por meio de ações simples.

Mudar comportamentos é uma das tarefas mais árduas do marketing moderno e demanda pesquisa de opinião, avaliação de desempenho do mercado consumidor, treinamento da equipe de atendimento.

Também há que se considerar o investimento planejado, não bastando anunciar "a melhor domingueira da cidade" se é público, notório e redundante não existir outra opção na cidade. Sim, ainda não existe, pois o projeto ainda capenga das duas pernas, se arrasta na tentativa de não sofrer eutanásia.

A eutanásia, principalmente por conta do caixa em vermelho, seria a aposição de assinatura num atestado de fracasso.

Os setores administrativos, todos eles, precisam comungar do mesmo ideal, não deixando para o outro "tocar a coisa" simplesmente por não se tratar de coisa de uma área ou de outra.

Ousar, sem fundamentação técnica a respeito do feed back do público alvo, é apontar a metralhadora para os dedões dos pés e disparar. É ridículo tentar ressuscitar o defunto frio com respiração boca a boca via email...

O planejamento de realização precisa contemplar todos os itens de um check list, destacadamente no que tange à divulgação.

A sondagem junto aos possíveis frequentadores, a grade de veículos disponíveis e a sua suposta boa audiência devem ser considerados como vitais para o retorno desejado.

Por outro lado, nivelar preços das atrações por baixo, por conta da pouca disponibilidade de caixa é condenar o evento ao fracasso.

Não estivemos presentes, propositalmente, às realizações das domingueiras. Preferimos avaliar o resultado por depoimentos de pessoas que conheceram o que era e o que está sendo em termos de público a ex-famosa domingueira da Ferrô, cujo resultado dos bares suportava quase que totalmente a folha de pagamento dos funcionários.

Deverão alegar os desvios de preferência às modernas opções de lazer, como as lan house, os cinemas de shopping, às casas de espetáculos da região. Claro, pois somente buscar desculpas é mais cômodo do que ousar, buscar parcerias de sucesso, ar regimentar especialistas em conhecedores do que, efetivamente, acontece em termos de sucesso musical e formatos de eventos.

Distribuir convites, oferecer mesas, sortear brindes e outras ações "burocráticas" não comove tanto como antigamente e, por isso, não resultam em bons frutos.

Há um grande número de associados carentes de opções de lazer. Não é mais possível acreditar que os frequentadores das saunas, da academia ou das outras atividades constituem o todo com capacidade de multiplicar informações e desenhar, solidamente, o perfil e definir gostos.

Se a coisa continuar como está, não adianta "desenterra a caveira de burro", chamar exorcistas e rezadores para fazerem milagres.

Compete a quem administra se imbuir de maior confiança em si próprio e rasgar os laços de "saudade daqueles tempos", decidindo-se pelo restabelecimento do clube.

Simplesmente porque, aos domingos, nada há que se fazer em Pindamonhangaba, quando se trata de local para ouvir música e dançar. Qualquer que seja o ritmo ou estilo.

Trocando em miúdos: planejamento + estudo da mídia + atrações de conceito + preços bons = um bom começo para o sucesso.

Ficar com os cotovelos apoiados nos joelhos, olhando para baixo e resmungando outra semana de caixa vermelho e deixar o crédito adquirido, quando das eleições, na lata de lixo...

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Meu pai, no dia dos pais


Certa manhã meu pai chegou do serviço um tanto triste, outro tanto silencioso.
Tomou assento à mesa, para nosso café da manhã e disse, entre um gole e outro, que precisaríamos mudar de casa, para poder continuar trabalhando.

Mamãe, parceira de sempre desse homem batalhador, sem perguntar muitas coisas, arrumou nossas coisas e todos embarcamos no caminhão descoberto, com destino a outros tempos.

O tempo passou, os filhos cresceram, papai lutador sempre colocando a mão na massa para nos dar o pão de cada dia.
Cada um dos filhos teve caminhos independentes, apesar de nunca efetivamente romperem o cordão umbilical com a família.

Zeca, devido a planos do Criador, transferiu-se para outro tipo de energia.
Mais um tanto de tempo passou e papai também pegou rumo idêntico ao do mano Zé Carlos.

Às vezes sonho com os dois, somando risos e brincadeiras no todo da família.
A saudade que sinto de meu pai é daquele tipo de saudade verdadeira, quando cultivamos o bem querer, o amor, a amizade em doses espetaculares de discernimento e aceitação.

Herdamos do velho Abel Padeiro as lições de correto proceder, dignidade e respeito.
O que procuramos não transgredir para o bem existir de nossos semelhantes e de nossa própria porção de tempo por aqui.

Neste Dia dos Pais, abraço fraternalmente meu pai, dotados que fomos, seus filhos, de plena e constante imantação das pessoas que se amam, em qualquer tempo do Senhor Tempo.
Beijão, meu pai, pelo dia de hoje, todos os dias!

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Paineiras Country Club + Charles Anjo 45 = QUINTA NOBRE

Publiquei no meu site de notícias a matéria sobre o projeto Quinta Nobre, desenvolvido pelo Paineiras Country Club de Pindamonhangaba e o grupo Charles Anjo 45.
Oportunidade espetacular, esse projeto, para os baileiros de plantão passarem bons momentos de lazer e diversão sadia, num ambiente amplo, com boa música e excelente serviço de bar.
Vale a pena ler a matéria:cique aqui e leia

Vou postar, aqui, o clipezinho que fiz do baile realizado na última quinta-feira de julho
O Paineiras tem se mantido em boa forma, no que tange a programação de bailes, enquanto outras associações capengam por conta da falta de foco de seus responsáveis...

Por isso, cabe destacar as ações desenvolvidas pela equipe do presidente Gontran Junior.

Veja, a seguir, o clipe do Baile de 30 anos do Paineiras:
E já que estamos na onda de vídeos, mais um produzido por nós, para quem quer uma dica de como participar de ações pela qualidade de vida: Canto sem fronteira, uma campanha deflagrada pela minha nova amiga Renate Esslinger e seu marido Árpád Scerép, de Cunha:
A gente se lê, daqui a pouco...