Somos parceiros do Grupo Charles Anjo 45 e compartilhamos, aqui, o cartão virtual dessa moçada que sabe das coisas do samba.
sábado, 22 de dezembro de 2012
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Última Quinta Nobre
O Grupo Charles Anjo 45 e seus convidados Fernando Zamith / Adilson Loberto realizam, no dia 20 de dezembro, a última Quinta Nobre de 2012, no Paineiras Country Club, em Pindamonhangaba.
Ingressos ao preço unitário de R$ 10,00 já à venda em Dinho Som, loja de som automotivo instalada nas proximidades da Prefeitura de Pinda.
Ingressos ao preço unitário de R$ 10,00 já à venda em Dinho Som, loja de som automotivo instalada nas proximidades da Prefeitura de Pinda.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Efeitos subliminares de um tatu-bola.
O Brasil passa por uma verdadeira crise de rejeição por conta do nome de batismo, imposto pela FIFA-COLA, para o mascote da Copa.
Logicamente, devidamente mascarado de mascote, o simpático boneco traz, no subtexto da campanha de divulgação, a mensagem publicitária da fabricante do refrigerante.
Nos rótulos do produto constava a frase “O mascote da Copa é nosso”. Inicialmente seria para formar, na mente do povo, ser um trabalho de divulgação de um animalzinho, já em fase de extinção.
Na verdade, a indústria queria firmar posição de posse para com o desenho e o patrocínio já definido.
Outra verdade: poderiam ser enviadas milhares de sugestões. No regulamento consta que, ao final da campanha publicitária, a decisão pelo nome seria da FIFA. Trocando em miúdos: opinião pública não vale. Vale – para a empresa e a FIFA – faturar de todas as maneiras.
O fuleiro nome definido – FULECO – além de feio pode esconder outra mensagem subliminar: Futebol LEmbra COca-Cola.
Rola no Face Book uma campanha de boicote contra o nome.
Valeria estender esse boicote de forma mais contundente: que tal todos os brasileiros optarem pelos sucos naturais, de nossa rica variedade de frutas brasileiras?
Muito mais saudável, essa opção é mais econômica, menos gasosa, mais nacionalista, dispensa o uso de açúcar!
Promover-se a SEMANA NACIONAL SEM COCA-COLA, NO BRASIL.
Aposto que os supostos donos do poder econômico passariam a ter mais respeito pelo povo, já cansado de engolir sapos e lagartos.
Não temos a necessidade de engolir o tatu-bola fake da fábrica de refrigerantes.
O tatu-bola é nosso, galera!
Vamos tomar sucos naturais!
(Marcos Ivan de Carvalho, diretor www.canal39.com.br)
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Incríveis!
A denominação da banda continua a mesma, depois de inicialmente ser The Clevers.
O Senhor Tempo promoveu mudanças, alternou participantes, consolidou talentos.
Da formação inicial permanece o band-leader, Netinho.
Exímio baterista, ainda é o "síndico" do time.
Na atual formação, Leandro (baixo e voz principal), Sandro Haick (guitarra e back vocal) e Wilson Teixeira (Sax) somam sua musicalidade à de Netinho e resgatam sucessos inesquecíveis da banda que "mandava" ver com "O homem do braço de ouro", "O milionário", "Era um garoto, que como eu...", "Vendedor de bananas", "Eu te amo, meu Brasil", "Czardas", "Molambo" e muito mais.
Para promover um passeio no túnel do tempo, o SESC Taubaté realizou, em novembro, o projeto Jovem Guarda, com shows de Jerry Adriani, Os Vips, Golden Boys e Incríveis.
Vale a pena apreciar essa amostra grátis, postada pelo site www.canal39.com.br.
É só clicar aqui.
e também aqui.
O Senhor Tempo promoveu mudanças, alternou participantes, consolidou talentos.
Da formação inicial permanece o band-leader, Netinho.
Exímio baterista, ainda é o "síndico" do time.
Na atual formação, Leandro (baixo e voz principal), Sandro Haick (guitarra e back vocal) e Wilson Teixeira (Sax) somam sua musicalidade à de Netinho e resgatam sucessos inesquecíveis da banda que "mandava" ver com "O homem do braço de ouro", "O milionário", "Era um garoto, que como eu...", "Vendedor de bananas", "Eu te amo, meu Brasil", "Czardas", "Molambo" e muito mais.
Para promover um passeio no túnel do tempo, o SESC Taubaté realizou, em novembro, o projeto Jovem Guarda, com shows de Jerry Adriani, Os Vips, Golden Boys e Incríveis.
Vale a pena apreciar essa amostra grátis, postada pelo site www.canal39.com.br.
É só clicar aqui.
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terça-feira, 6 de novembro de 2012
35º FESTIVAL DE TEATRO, EM PINDA, TEM 15 ESPETÁCULOS GRATUITOS
Todas as apresentações acontecem no Parque da Cidade e não terão cobrança de ingresso.
Artistas de Pinda, São Paulo e Rio de Janeiro mostram talento no palco especialmente montado.
AGENDA DO 35º FESTIVAL DE TEATRO DE PINDAMONHANGABA
Artistas de Pinda, São Paulo e Rio de Janeiro mostram talento no palco especialmente montado.
AGENDA DO 35º FESTIVAL DE TEATRO DE PINDAMONHANGABA
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
Jeito criança
Acordei, nesta sexta-feira de outubro, com vontade de correr atrás do carrinho de pipoca, do jeito que fazíamos quando crianças.
Tomei o café da manhã, ao lado da mulher da minha vida. Começamos a cuidar de nosso lado profissional.
Fui para o escritório e, enquanto o computador inicializava, abri a janela e não vi o carrinho de pipoca, nem a dona Dita Boleira, com seus quitutes que faziam a alegria das crianças e adultos. Repentes de saudade para os lados da minha infância.
Olhei para o lado direito e vi um garotinho revirando a lixeira do vizinho da esquina. Um garimpeiro, já pela hora do café da manhã, catando algo reciclável para tentar re-significar sua existencia naquela hora.
Na mesma lixeira, mesmo à distância, era perceptível um enorme volume de folhetos com propaganda política.
O garotinho apanhava um ou outro exemplar, olhava para a fotografia estampada, mostrava a língua ou lhe dava uma “banana”.
Silencioso protesto de uma das incontáveis vítimas do descaso, da falta de oportunidades, da prepotência, da sede de poder, pelo simples fato de poder lutar pelo poder. Isso, no caso de alguns supostos detentores do poder.
Na verdade, escravos do dinheiro e não sabedores de sua melhor aplicação.
Tanto papel jogado fora, em mais uma corrida pelo poder de poder ter poder para mandar os menos favorecidos para a rua, catando latas, buscando sobrevida nas lixeiras ou em pequenos quinhões doados pela caridade de anônimos capazes, apenas, de ajudar com um pouco resultante de seu trabalho honesto.
Aquele garoto poderia estar puxando seu caminhão de brinquedo, pelo cordel preso no pulso, enquanto se imaginava o maior e melhor carreteiro do país. Levaria para todos os recantos, cargas e mais cargas de alimentos, roupas, calçados, remédios.
Ajudaria o pai, desempregado e doente, a cuidar da mãe de mais uns cinco ou seis irmãos.
Poderia pagar um planinho de saúde decente e honesto, financiaria os estudos da irmã sonhadora em ser enfermeira.
Teria como comprar o chocolate de “tabletão”, admirado nas vitrines da conveniência do posto de gasolina.
Um filme estaria passando na mente do garoto, enquanto eu também reprisava incríveis, espetaculares momentos da minha infância, até certo ponto magnífica em se comparando com os tempos atuais.
Será que os fazedores de política barata, interesseira, boateira, fajuta, capaz de buscarem – nos entremeios da história – nichos contendo “pecados” de seus adversários, simplesmente para os alijarem da concorrência direta estabelecida pela obrigatoriedade de brasileiros teclarem números, na hora de escolherem seus supostos representantes e administradores, teriam a sensibilidade de entender esse tipo de situação?
Fica aí, homens que brigam pelo poder, a sugestão: deixem de brigar e busquem brincar um pouco mais com sua imaginação de seres humanos.
Redescubram a Sensibilidade, a Emoção e a Dignidade.
Depois, num alento maior de Humildade, valeria a pena comungarem da mesma hóstia que o povo carrega na boca: Fome e Sede de Justiça Plena, apregoada por vocês, aparentes soldados da Democracia Plena.
As promessas de campanha somente valem assim: de campanha. A maioria dos candidatos “bem intencionados” desaparece já no dia seguinte aos resultados. Tanto os eleitos como os não escolhidos.
Simplesmente pelo fato de a “boa intenção” ser com prazo marcado: até o final da apuração.
Os escolhidos, escolhem, quase sempre, cuidar de si mesmos.
Os não contemplados com a preferência do povo, tentam voltar a ser, simplesmente, parte do povo.
Daí, entopem-se de justificativas, alegam falcatruas, fingem arrependimento pela experiencia negativa.
Poderiam, todos, se organizarem em repensar a contenda e revirar as lixeiras da cidade e da mente.
Talvez lhes restasse algo reciclável, capaz de lhes motivar, também, a busca de um novo significado de vida.
Resolvi escrever assim, já que muitos deles ainda estão surdos de tanto gritar promessas, ao espoucar de foguetes, enquanto o povo aplaudia as falsas promessas como se fosse um espetáculo do tipo “Trapalhões”, onde a fantasia ainda predomina sobre a realidade triste da vida brasileira.
Para as crianças de todas as idades, um “número musical”, somado ao convite: vamos repensar tudo e, brincando, fazer a coisa certa ainda já nas eleições de domingo?
Com vocês, Pato Fu e sua “música de brinquedo”: “Todos estão surdos”
(Marcos Ivan de Carvalho, Canal 39)
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