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terça-feira, 5 de novembro de 2013

É PRECISO SABER FAZER, PARA VERDADEIRO BLOGUEIRO SER

Há um samba muito interessante, interpretado por Paulinho da Viola, que fala sobre um rio que passou na vida dele...
Assim como há um rio, de muitas lágrimas, cantado por alguns sertanejos como Roberta Miranda, por exemplo.
O mesmo estilo samba tem, com Cristina Buarque, o Quantas Lágrimas, que fala do choro de alguém por outro alguém.
Paulinho, o mesmo da Viola, também gravou Perder & Ganhar.
Não aprecio muito discussões nesta rede mundial de computadores.
Entretanto, há um indivíduo aí que semeia ventos já prontos para tempestear a vida de muita gente.
O cara correu, nas últimas eleições, para um lado que imaginava já ser ganhador, mesmo antes do tiro de partida...
Articulou, mexeu os pauzinhos, mandou bucha para todos os lados.
Imaginou-se, até, assentado em uma das poltronas de gabinete municipal, e com uma plaquinha de secretário de suposta pasta de comunicação.
Mas o sujeitinho, na verdade, estava disparando, mais uma vez, a metralhadora para os próprios pés.
Investiu pesado em discursos sem fundamentação, "deu linha" para o candidato que apoiava e o arrastou, merecidamente diga-se de passagem, para o fundo do poço daqueles que se julgam tanto e, na hora do vamos ver, tanto de nada são.
"A gente é a bola da vez", batia no peito (ou pança?) e se vangloriava de ser o marketeiro da oposição que planejava passar um suposto rolo compressor nos adversários.
Alguma experiência negativa já havia contemplado o tal de "rei da cocada preta", que se julgava o mestre sala dos mares da política local.
Planejou, esboçou, rascunhou, deve ter levado alguma grana.
Na última passeata, ao lado de seu candidato a prefeito, lá estava ele com olhos esbugalhados de sonhos, sem perceber que uma brisa mais experiente já soprava seus sonhos de poder para as bandas do "já perdeu"...
Daí, quando as urnas lhe avisaram que não havia dado certo todo seu "prano de trabalho", o gorduchinho não se conteve: decidiu continuar jogando pedras na vidraça alheia, não conseguindo digerir o chocolate que seu candidato havia levado nas urnas.
Agora esse camaradinha se aproveita da rede mundial de computadores para tentar corroer, com seu malfadado discurso de perdedor, as ações e a imagem de quem está demonstrando capacidade, qualidade de trabalho, lisura nos procedimentos e, acima de tudo, sabendo fazer bem feito o que gosta de fazer em benefício da Cultura Popular da cidade.
Não seria digno, para mim, citar o nome desse infeliz franco atirador, mercenário de meia tigela, insatisfeito com tudo e por tudo, pelo simples fato de não saber promover seu merecimento ao sucesso.
Então, imprimo aqui meus mais sinceros protestos contra essa desrespeitosa maneira de se utilizar da mídia eletrônica para tentar minimizar o brilho de quem trabalha.
Fica aqui meu manifesto de apoio incondicional às ações da atual administração municipal e, em especial, ao diretor de Cultura, Afonso Oliveira, mais visceralmente focado pelo desastroso comentário a respeito da Corporação Musical Euterpe.
O departamento de Cultura, nestes últimos meses, tem dado total apoio às ações da indústria cultural pindamonhangabense e contemplado, com programações diversas, apresentações da Euterpe e de sua escola de Aprendizes.
Notem, caros leitores, que das vezes em que a Euterpe se apresentou, nós nunca vimos o tal autor das críticas pejorativas a postos, ouvindo e aplaudindo a nossa querida Furiosa...
Ele é desses que se embojam de falsa sabedoria e se deleitam com o comodismo de serem abastecidos de "ouvi dizer" para rabiscarem qualquer coisa para chamarem de denúncia, crítica, notícia. Não passam, essas informações, de fomento ao "fazer alguma coisa quando não se tem nada para fazer e, com isso, prejudicar quem tenha e que saiba fazer bem feito".
Meu amigo Daniel Ramos deu um conselho para esse moço infeliz comentarista: "Arranja alguma coisa para fazer". Ramos ainda concluiu: "fulano, quem trabalha incomoda quem não trabalha"...
Em tempo:
Esse falador sem compromisso com as coisas certas tem patrocínio forte e, por isso, se acha com direito de atirar para todos os lados.
Acontece que esse patrocínio forte foi uma das razões pelas quais seu candidato a prefeito levou um banho das urnas: ter dinheiro político não basta. É preciso talento, para vencer!
Já está na hora de, senhor comentarista injuriado pela derrota, de botar a cabeça para trabalhar e arranjar algo mais digno para fazer em sua vida...

Para refrescar, vamos curtir Paulinho da Viola?



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